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Artes Sacras restauradas da Capela de Santa Quitéria são entregues à comunidade

22 de maio de 2019 - 10:03 | por Redação
Artes Sacras restauradas da Capela de Santa Quitéria são entregues à comunidade
Patrimônio
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A Prefeitura de Catas Altas vai entregar para a comunidade as 12 peças do acervo do patrimônio cultural sacro da capela de Santa Quitéria que passaram por restauração desde o ano passado.

A entrega acontece nesta quarta-feira (22) em frente à igreja Matriz, às 19 horas. Após a solenidade, será realizada uma procissão para levar as imagens até a Capela de Santa Quitéria, onde será celebrada uma missa, abrindo as festividades do dia da santa (celebrado em 26 de maio).

Objetos restaurados

Entre as peças que serão devolvidas à Capela, todas elas tombadas e do século XVIII, estão cinco imaginárias (imagens de Santa Quitéria, Nossa Senhora do Carmo, São Luis Gonzaga, São Francisco Bórgia e Crucifixo), seis objetos de iluminação (castiçais) e um material de ritual (pia de água benta).

Objetos restaurados retornam á capela de Santa Quitéria em Catas Altas

A restauração foi realizada no consistório da igreja Matriz, onde foi montado um ateliê que ficou aberto à visitação durante todo o trabalho.

O projeto pioneiro, aprovado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), fez parte da primeira etapa do processo de restauração dos bens móveis do município.

As obras desta fase, que duraram seis meses, custaram cerca de R$ 214 mil. Os recursos foram oriundos do Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

Ao todo, a restauração dos bens móveis do município está sendo realizada em quatro etapas. Além da Santa Quitéria, serão contempladas a capela de Nosso Senhor do Bonfim e as igrejas de Nossa Senhora do Rosário e Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Capela de Santa Quitéria

Localizada no alto da colina, a Capela de Santa Quitéria é datada do século XVIII. Foi construída em 1728 pelo Senhor Paulo de Araújo de Aguiar (possivelmente o proprietário do terreno) com ajuda dos devotos da comunidade. Em um documento de registro de casamento em 1734, a Capela aparece pela primeira vez nos livros de Cúria Arquidiocesana de Mariana.

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