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Chanceler da Groenlândia responde Trump: “Ilha não está à venda”, topamos negócios

16 de agosto de 2019 - 12:52 | por Redação
Chanceler da Groenlândia responde Trump: “Ilha não está à venda”, topamos negócios
Mundo
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A imprensa americana afirma que Trump teria falado sobre comprar a Groenlândia, que pertence à Dinamarca e         que teria pedido a assessores para que descubram se é possível comprar a Groenlândia da Dinamarca.

O jornal “The Washington Post” afirma que na Casa Branca já foi discutida a legalidade da hipotética compra, do processo para incorporar um território e também de onde sairia o dinheiro para a aquisição.

Vários veículos de imprensa comentaram que os assessores de Trump estão divididos entre os que acreditam que o líder fala seriamente de comprar a Groenlândia e os que consideram tratar-se de um capricho passageiro.

A ilha tem imensos recursos minerais e posição estratégica, além de abrigar uma base norte-americana.

Em resposta à situação, a ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Ane Lone Bagger, disse à Reuters nesta sexta-feira que a maior ilha do mundo não está à venda. “Estamos abertos para negócios, mas NÃO à venda”.

A Groenlândia tem 75% de sua superfícia coberta por gelo e os 2,1 milhões de quilômetros quadrados fazem dela a maior ilha do mundo, embora habitada por somente 56 mil pessoas, a maioria da etnia inuit.

Politicamente, a Groenlândia pertence à Dinamarca, embora trata-se de um território autônomo que desde 2009 maneja todas as competências exceto política externa, defesa e política monetária.

Os Estados Unidos ocuparam em 1941 a Groenlândia para evitar uma possível invasão nazista da ilha depois que os alemães ocuparam a Dinamarca, situação que se prolongou até o fim da guerra em 1945.

Em 1951, os Estados Unidos construíram na Groenlândia a estratégica Base Área de Thule, que ganhou especial importância durante a Guerra Fria.

Trump não seria o primeiro presidente americano a tentar comprar a Groenlândia, já que, segundo o “The Washington Post”, Harry Truman (1945-1953) ofereceu US$ 100 milhões à Dinamarca pela ilha uma vez terminada a Segunda Guerra Mundial.

Da Redação com informações da revista Exame

Fotos: Getty Imagens/ AVN/

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