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Segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa vai até 30 de novembro

20 de novembro de 2018 - 11:36 | por Redação
Segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa vai até 30 de novembro
Santa Bárbara
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A imunização é obrigatória para todos os bovinos e bubalinos. Os pecuaristas que não vacinarem os seu rebanhos ou não declararem a vacinação receberão multa no valor de R$15 a R$81, por animal.

No dia 3 de novembro começou em Minas Gerais a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa, a fim de imunizar os bovinos e bubalinos com idade até 24 meses. Em Santa Bárbara, os produtores comparecem ao escritório do Instituo Mineiro de Agropecuária (IMA), da nossa regional, solicitam a carta aviso de vacinação e requerem que seja anotado neste documento a quantidade de bovinos que existe no seu cadastro, separados por idade e sexo.

Assim sendo, de posse desses dados, o produtor precisa conferir se algum bovino mudou de faixa etária ou ocorreu algum nascimento. Logo, identificado isto, o pecuarista deverá fazer as correções e adquirir as doses de vacinas para o rebanho. Após a vacinação, ele deve, ainda, levar ao IMA a relação dos animais, corrigida, junto com a informação daqueles que foram vacinados, mais a nota fiscal da compra das vacinas.

É importante informar que o IMA recebe a Declaração de Vacinação, confere junto ao Sistema Informatizado de Controle Agropecuário (Sidagro), questiona quanto a existência de outras espécies de animais, como ovinos, caprinos, equídeos, aves, abelhas, dentre outros, e faz o lançamento da vacinação no cadastro do produtor neste sistema.

O produtor adquire a vacina em uma loja de produtos veterinários, sendo que, esta, deve fazer o lançamento da venda no Sidagro, imediatamente. As doses deverão ser colocadas em uma caixa isotérmica, de volume mínimo de 3 litros, de paredes com, minimamente, 1,5 cm de espessura, cobertas com gelo, ocupando 2/3 do volume do recipiente.

O IMA é quem coordena a imunização em todo o Estado, com ajuda das prefeituras em caso da necessidade de combustíveis para deslocamentos até o campo, sobretudo, objetivando notificar os faltosos a fim de que vacinem o seu rebanho e entreguem a Declaração dentro do prazo. A equipe do Instituto faz, ainda, o acompanhamento da vacinação dos bovinos e bubalinos das propriedades consideradas de risco para enfermidades vesiculares nos municípios.

Os pecuaristas que não vacinaram o seu rebanho ou não declararam a vacinação durante a primeira etapa, em maio de 2018, deverão realizar, neste período, a vacinação em todos os bovinos de sua propriedade. A imunização é obrigatória e os produtores que não vacinarem os seu rebanhos ou não declararem a vacinação receberão multa no valor de R$15 a R$81, por animal.

 

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